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18/dez/2017

Mitos e verdades sobre o câncer infantojuvenil

O câncer infantojuvenil assusta e gera muitas dúvidas sobre os cuidados com a criança durante o tratamento. Para ajudar a desmistificar a doença, selecionamos aqui as questões mais comuns:

Toda criança perde cabelo com a quimioterapia.
Mito. A queda de cabelo depende do tipo de tumor e do medicamento utilizado. Mas esse risco aumenta quando a terapia utiliza doses mais intensas.

A criança em tratamento não pode ir à escola.
Mito. Pode ir à escola e a outros locais, como parques, por exemplo, desde que esteja clinicamente bem. Porém, como sua imunidade é mais baixa, fique atento a casos de doenças em sala de aula. É bom, também, evitar locais fechados e aglomerados, onde o risco de contrair alguma infecção é maior.

Criança em tratamento quimioterápico não pode comer alimentos crus.
Verdade. Alimentos crus contêm microrganismos que aumentam o risco de infecções. A higienização dos produtos é fundamental, por isso, evite restaurantes, lanchonetes e demais locais onde não se sabe a procedência dos alimentos. Um nutricionista é o profissional mais indicado para orientar sobre a alimentação ideal da criança.

Criança em tratamento quimioterápico não pode ir à praia e à piscina.
Verdade. A água do mar e de piscinas possui alta concentração de bactérias e produtos químicos, vilões para crianças com baixa imunidade. Também deve ser evitada a exposição excessiva ao sol, principalmente das 10 às 16 horas. Sempre que precisar sair de casa, o uso do protetor solar é obrigatório.

Crianças em tratamento quimioterápico não podem ter animal de estimação.
Mito. O animal de estimação até auxilia no tratamento, mas é preciso tomar alguns cuidados: a criança não pode ter contato com a urina e as fezes do pet; não deve dormir na mesma cama; e precisa evitar lambidas, mordidas e arranhões.

Mesmo ao fim do tratamento, a criança deve continuar com acompanhamento médico.
Verdade. O acompanhamento é necessário para avaliar possíveis efeitos decorrentes do tratamento e a possibilidade da doença reaparecer.