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05/set/2018

Setembro Dourado: pacientes que valem ouro

Começou a campanha Setembro Dourado, pela conscientização do câncer infantojuvenil. Durante o mês serão realizadas ações educativas para alertar profissionais de saúde, pais, educadores e sociedade em geral sobre a importância de ficar atento aos sinais da doença.

Outro ponto é reivindicar mais investimentos para tratar esses pacientes que, por toda sua luta e perseverança, valem ouro. Daí a escolha da cor dourada para representar a campanha.

Principais sintomas

Alguns sintomas do câncer infantojuvenil podem ser confundidos com outras doenças. É preciso ficar atento aos sinais e sua persistência. São eles:

  • Dores de cabeça contínuas, com vômitos pela manhã e piora ao longo do dia
  • Perda de peso sem motivo
  • Febre noturna
  • Inchaço abdominal
  • Caroços que não doem, e sem sinal de febre ou infecção
  • Tosse persistente ou falta de ar
  • Dor nos membros e inchaços, sem sinal de trauma ou infecção
  • Palidez
  • Dor nos ossos
  • Hematomas ou sangramentos pelo corpo
  • Alterações oculares, como pupila embranquecida, estrabismo recente, perda da visão, hematomas ou inchaço ao redor dos olhos

Tratamentos

Para prescrever o tratamento, primeiro é preciso avaliar a saúde da criança e sua idade, o tipo de câncer e em que estágio se encontra, dentre outros fatores. Feito isso, a equipe médica cria um “protocolo”. Nele constam o tipo de tratamento, o número de vezes que a criança irá recebê-lo e por quanto tempo. De acordo com a resposta à terapia, o médico pode alterar o protocolo, em busca de uma alternativa melhor.

Os tratamentos têm por objetivo destruir as células doentes. E, dependendo do caso, o médico pode optar por uma combinação deles. Os mais utilizados são:

  • Cirurgia: uma opção para muitos tumores sólidos. Serve para remover o tumor, mas o tecido em torno dele e os linfonodos também podem ser retirados durante o procedimento
  • Quimioterapia: um conjunto de medicamentos são administrados na criança, para que se distribuam pela corrente sanguínea e, assim, cheguem a quase todas as partes do corpo, destruindo as células doentes
  • Radioterapia: utiliza raios de alta energia para destruir as células doentes. É muito parecido com uma radiografia comum e indolor
  • Transplante de medula óssea: substitui-se a medula doente por células normais, para reconstituir uma nova e saudável medula

A cura

O tipo mais comum de câncer que afeta crianças e jovens é a leucemia, responsável por 25% dos diagnósticos. Depois vêm os tumores do sistema nervoso central, linfomas, tumores nos ossos, na região abdominal, nos rins, olhos e retina e os sarcomas.

Cerca de 80% dos casos têm cura, mas a doença precisa ser diagnosticada precocemente, e aí está o problema. Como os primeiros sintomas também são comuns a outras doenças, por exemplo resfriados e viroses, nem sempre pais e médicos acreditam nesse diagnóstico, afinal, ouvir que o filho tem câncer não é fácil. Mas quanto antes for descoberto, maior a chance de a criança vencer a doença. Lembre-se: 80% dos casos têm cura. ​​​

Diagnóstico precoce, o caminho para a cura do câncer infantojuvenil.