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18/mar/2020

Coronavírus e pacientes com câncer

Infelizmente, o coronavírus já fez vítimas no Brasil. Crianças, idosos e pessoas que possuem alguma doença (diabetes, pressão alta, cardiopatias), ou estão com a imunidade baixa, se contraírem o vírus terão consequências mais graves.

Nesse perfil estão os pacientes com câncer. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), enquanto a taxa de mortalidade geral pelo coronavírus é de 2,3%, nos pacientes oncológicos sobe para 5,6%.

As medidas de segurança aos pacientes com câncer são as mesmas para a população em geral: lavar as mãos com água e sabão, na sua ausência usar álcool em gel; cobrir nariz e boca com lenço ao tossir ou espirrar, ou usar o antebraço como barreira, e não as mãos; evitar aglomerações; manter os ambientes bem ventilados; e não compartilhar objetos pessoais. Tudo isso vale ainda mais para os cuidadores.

Além das medidas de segurança e higiene, outro fator que ajuda os pacientes com câncer a deixar o coronavírus mais longe é manter uma boa alimentação e hidratação e evitar contato com quem estiver gripado ou que tenha vindo de áreas de risco. Mas se o contato for inevitável, deve-se utilizar máscara cirúrgica.

Pacientes em tratamento ou em recuperação do câncer estão mais suscetíveis para a forma mais grave do coronavírus do que aqueles que já tiveram câncer há mais tempo e a doença está controlada. Para estes últimos, a resistência ao coronavírus pode ser igual à de quem nunca teve um tumor.

Transmissão

O coronavírus pode ser transmitido por meio de gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo (de cerca de 1 metro), toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com boca, nariz ou olhos.

Sintomas

Os sintomas são semelhantes aos de um resfriado comum: febre, cansaço e tosse seca, mas também pode provocar congestão e coriza nasal, dor de garganta e diarreia, evoluindo para uma pneumonia.

O período de incubação e o início dos sintomas variam de um a 14 dias. Os últimos casos têm mostrado que ele tem sido de cinco dias.

A recomendação para não sair de casa, sem necessidade, continua valendo e se torna um meio de evitar o contágio e, também, de que o vírus se propague ainda mais.

Não custa lembrar: caso o paciente oncológico apresente febre alta, tosse ou falta de ar, deve-se avisar o oncologista rapidamente.