
Crianças hospitalizadas para o tratamento do câncer reagem melhor à terapia quando brincam. A conclusão é de um estudo realizado com pequenos pacientes, de 2 a 10 anos, e suas mães.
A explicação é simples: as atividades lúdicas contribuem para a adaptação da criança internada, resgatando brincadeiras que ela fazia com a família, em casa, antes do tratamento.
Trazer isso para o hospital torna o ambiente mais humanizado, fazendo com que ela lide melhor com as adversidades do momento. É o fortalecimento da alegria e, a gente sabe, alegria é fundamental para uma boa recuperação. A criança ganha mais qualidade de vida e bem-estar, resultando na melhor aceitação da doença e do tratamento.
Se brincar já é fundamental para o desenvolvimento de toda criança, para os pacientes com câncer é também um ótimo remédio!